Secretaria de Saúde e FACIMED realizou palestras e oficinas alusiva ao setembro AMARELO

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Secretaria de saúde de Espigão do Oeste em parceria com a FACIMED realizou palestra em todas as escolas do município em menção ao setembro AMARELO o objetivo é trabalhar tema, sobretudo, com pessoas em situação de vulnerabilidade.

Nesta última semana uma parceria firmada entre a secretária de saúde de Espigão do Oeste, e FACIMED, com alunos do curso de Psicologia sob o comando da Professora Leila Gracieli, em numa determinação do secretário de saúde Waltinho Lara, aconteceu em todas as escolas do nosso município, “Estaduais Municipais e Particulares” Palestra voltada a conscientização contra o suicídio uma programação anual do setembro Amarelo. Neste mês, um dos principais lemas da campanha é “Combater o estigma é salvar vidas”. Para isso, diversas intervenções ocorrem no país para aumentar a conscientização e a prevenção sobre o tema: caminhadas temáticas, palestras com especialistas, distribuição de balões amarelos, entrega de folhetos e atendimento à população em locais públicos foram algumas das ações planejadas.

As equipes de aluno da FACIMED estiveram durante todo o dia onde foram divididos em equipes e conseguiram atender todo cronograma. Falar sobre suicídio de maneira produtiva é fundamental para que aqueles que possuem ideação suicida – ou seja, quem está pensando em se matar – e para que as pessoas que estão próximas e não sabem como ajudar possam se informar sobre o assunto e não se sintam sozinhas. O tema já é delicado e ainda é alvo de diversos tabus. Quando não é debatido, acaba por ficar imerso em preconceitos, na falta de informação e traz dificuldades na identificação dos sinais de alerta, o que diminui a busca por ajuda e a aumenta o estigma para aqueles que sofrem, os alunos foram alertados e orientados aos principais sintomas desta doença avassaladora que ataca nossa gente de forma cruel, esta atendo e o amor o cuidado ainda e o melhor remédio.

Mesmo que a escola invista em ações pontuais sobre a prevenção de suicídio ao longo de setembro, é importante que o trabalho seja contínuo. Afinal, as questões existenciais que podem levar alguém a cometer suicídio não costumam surgir repentinamente. Um bom exemplo de ação contínua é promover a cada bimestre rodas de conversa e debates sobre temas diversos relacionados às emoções. Essas atividades dão abertura ao diálogo e possibilitam maiores chances de observação sobre como os alunos estão. Além disso, alunos e funcionários devem saber a quem recorrer quando precisarem tratar de um tema difícil e a escola não deve ter medo de abordar questões como suicídio, depressão, ansiedade – claro que com toda a sensibilidade e cuidado que a temática requer. Caso não haja alguém capacitado na escola para direcionar esses projetos e conduzir essas conversas, é importante buscar parcerias com psicólogos e psiquiatras, o CRAS de sua cidade e outras fontes confiáveis para planejar cada ação.

De acordo com a Psicóloga e professora Leila Gracieli, os sinais podem ser percebidos por familiares, colegas de trabalho e amigos. “As pessoas vão sinalizando, comentam, não só se comportam, se isolam mais, mas também verbalizam de ‘não querer mais viver’, ‘a vida está ruim’. Então, algumas coisas são indicativos e sinalizam. O comportamento das pessoas muda”, alertou a coordenadora.

Confira nossa reportagem:

Fonte: Evisson Borges/DECOM

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